The End of Brazil!! (You’ve been warned here first!) [Vlog #1]

My birth country Brazil seems headed to absolute disaster. Political insanity, social chaos and institutional bankruptcy all come together to make it the most economically vulnerable nation in the entire world —at least among countries of similar size.

Do NOT underestimate Brazil’s capacity for global destruction in the future. Much like France is now burning and might bring the whole of Europe down with it, Brazil might be the France of Latin America —but on a much larger, more destructive scale.

Join me on this video, where I explain my reasons for believing in all of this.

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Rascunho de “Brasil”, novo livro de Diogo Cysne, chega a 100 mil palavras

Boa noite, caros.

Estou contente em dizer que, nesta quarta-feira, uns dois meses após dar início à escrita, o primeiro rascunho de meu próximo livro, “Brasil“, já alcançou metade de seu tamanho final previsto – o que significa, por enquanto, 100.000 palavras (209 páginas).

“Brasil” é minha maior e mais ambiciosa obra, com o potencial de ser, de longe, a melhor de minha carreira—incluindo todos os livros que ainda escreverei.

Não há muito espaço aqui para eu falar muito sobre o projeto, pois receio que gerarei mais dúvidas do que as responderei. Devo enfatizar que o volume intimidador (para alguns) não será nem de perto o tamanho final, que é sempre reduzido em 20-35% durante as revisões.

Deste modo, estimo que o livro final, pronto para envio a editoras ou venda em livrarias, terá cerca de 350-420 páginas (dimensões padrões de mercado).

E o livro está ficando bom, Diogo lindo?

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Com delicadeza vocês perguntam, com delicadeza eu respondo: sim. Ou, pelo menos, o processo de “rascunhamento” está sendo o melhor de minha carreira.

Quando autores adquirem suficiente familiaridade tanto com o hábito da escrita quanto com seu próprio estilo, acredito que, ao menos para a maioria, o processo de rascunho torna-se muito rápido e prazeroso. Para cada dia “ruim” que tenho, outros cinco maravilhosos se seguem, o que é uma proporção fantástica.

Não obstante, terminado o rascunho, o provável é que eu encontre uma bagunça ilegível onde antes achava haver um texto maravilhoso, o que me levará a um árduo e deprimente processo de revisão. Foi assim com “Brasiliana“, meu livro anterior, e possivelmente será ainda pior neste “Brasil” – pior, afinal, porque um rascunho mais rápido significa um texto menos caprichado.

Oh, não! Quer dizer que “Brasil” pode ir pro ralo?

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Ver sua obra não dar em nada é um risco que todo escritor corre ao iniciar um livro. São os ossos da profissão. É tolo quem desconsidera tal risco e desonesto quem faz pouco caso dele.

Ainda assim, o provável é que tudo termine muito bem e que “Brasil“, após numerosas correções, se torne o meu mais formidável trabalho. Ele tem escopo, ambição e inteligência para ser um dos melhores livros já escritos, então preciso somente “dar ouvidos” ao meu instinto e cuidar para não me desviar destas virtudes.

Brasiliana” é, de novo, um bom exemplo: seu texto foi atroz na primeira revisão e terminou muito bom após a sexta (contudo, ainda há espaço para aprimoramentos, creio).

Deste modo, meu lindo “Brasil” provavelmente será tudo aquilo que eu imaginei: o ápice de minha bibliografia, e o livro perante o qual muitos outros serão medidos. 😉

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Imagem: Renato Fraccari