The End of Brazil!! (You’ve been warned here first!) [Vlog #1]

My birth country Brazil seems headed to absolute disaster. Political insanity, social chaos and institutional bankruptcy all come together to make it the most economically vulnerable nation in the entire world —at least among countries of similar size.

Do NOT underestimate Brazil’s capacity for global destruction in the future. Much like France is now burning and might bring the whole of Europe down with it, Brazil might be the France of Latin America —but on a much larger, more destructive scale.

Join me on this video, where I explain my reasons for believing in all of this.

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Adventures from freelanceland

 

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Hello, my beautiful people! How are you all doing?

Have you ever had those moments when you feel so powerful, so overflowing with confidence, that you can’t help yourself and wan to get out of the house and scream for all the world to hear you?

Well, this is the feeling I’m experiencing right now —minus the screaming, which I convert into writing!

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Writing is difficult

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And I don’t want to sound as if I rediscovered the fire. However, it is always amazing to be reminded, once you progress further and further into the craft, of how beautifully complex writing can be —depending, naturally, on the topic and scope of your work.

I may have bitten more than what I could chew with my current work, which grew into an epic that juggles the personal struggles and conflicts of over 20 major characters in a scenario of increasingly apocalyptic events.

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Everything is awesome!

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I’ve just finished another great session of writing (i.e.: a highly productive one) and I’m about to reward myself with lunch. This is the scheme I’ve been following, basically, for the past five years: wake up, concentrate, begin writing, hope for the best, finish writing and then one of two options:

1) “celebrate” a good writing session with a tasty meal or;

2) somberly eat my consolation lunch after a bad session before going to the bed so I can cry a little and reflect about what went wrong, how I can improve the text and what the best course of action is for the next pages.

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Where do y’all folks come from?

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I confess I’m pleasantly surprised by the number of people who visit my website —mostly casually or by accident—, even though everyone around here knows I make no effort in promoting it.

Maybe it’s because my name —Diogo Cysne— has a nice ring to it, being therefore easier to type and search, even if just randomly, on Google.

Of course, the numbers are nothing to brag about: something around 1,200 visitors in a period of two and a half years (or around 3-4 wanderers per day) and a total of 11 followers accrued in the same period.

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Rascunho de “Brasil” ultrapassa 400 páginas

Bom dia, queridos e queridas. Esta é uma curta nota celebratória.

Anteontem (15/03), o rascunho de “Brasil”, meu próximo livro, passou de 400 páginas, somando hoje 198 mil palavras em 407 páginas. Não sei se, feitas todas as revisões, será meu mais extenso romance (neste quesito, “Brasiliana” é um épico difícil de ser batido), mas estou certo de que ele terá o tamanho adequado à sua proposta.

Sempre imaginei “Brasil” como o melhor dos meus livros, portanto me satisfaço ao notar que sua escrita não me tem gerado os problemas que semelhante trabalho acarretaria a outros escritores na minha idade. Minha rotina diária, intensiva de produção explica, em parte, esta naturalização do meu processo criativo; talento e suporte de terceiros são o outro componente indispensável desta dádiva.

De resto, interrompi a busca por editoras para não mais desviar o foco da criação. Planejo, dada urgência dos tempos, primeiro terminar a minha bibliografia (ou seja, mais quatro livros além destes quatro já concluídos ou em conclusão) e só depois me aventurar em traduções e envios a editoras estrangeiras.

Gostaria muitíssimo de ser descoberto e de iniciar minha fama no Brasil, mas hoje entendo que certas coisas simplesmente estão fora do meu alcance. Considerando, porém, que os últimos seis meses foram uma sucessão de surpresas agradáveis, vai que, algum dia, este meu ceticismo seja derrubado. 🙂 Seria excelente! 😀

Estou fora do Brasil e sem acompanhar nenhuma notícia do país, à exceção das que chegam em sites globais: [1], [2]. A situação continua calamitosa aí? Deixem-me sabendo.

Grande abraço e ótimas leituras!

Cysne.

P.S.: atualizarei meu “Diário de Obras” com um bloco das novas obras que consumi assim que terminar o primeiro rascunho de meu livro. Por enquanto, posso recomendar-lhes vigorosamente “Kong: A Ilha da Caveira“, o melhor, mais divertido e ocasionalmente genial filme mainstream do ano.

P.S.2.: queria muitíssimo conhecer Jordan Vogt-Roberts, diretor do referido filme. Seu talento demonstrado na produção é impressionante!

Rascunho de “Brasil”, novo livro de Diogo Cysne, chega a 100 mil palavras

Boa noite, caros.

Estou contente em dizer que, nesta quarta-feira, uns dois meses após dar início à escrita, o primeiro rascunho de meu próximo livro, “Brasil“, já alcançou metade de seu tamanho final previsto – o que significa, por enquanto, 100.000 palavras (209 páginas).

“Brasil” é minha maior e mais ambiciosa obra, com o potencial de ser, de longe, a melhor de minha carreira—incluindo todos os livros que ainda escreverei.

Não há muito espaço aqui para eu falar muito sobre o projeto, pois receio que gerarei mais dúvidas do que as responderei. Devo enfatizar que o volume intimidador (para alguns) não será nem de perto o tamanho final, que é sempre reduzido em 20-35% durante as revisões.

Deste modo, estimo que o livro final, pronto para envio a editoras ou venda em livrarias, terá cerca de 350-420 páginas (dimensões padrões de mercado).

E o livro está ficando bom, Diogo lindo?

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Com delicadeza vocês perguntam, com delicadeza eu respondo: sim. Ou, pelo menos, o processo de “rascunhamento” está sendo o melhor de minha carreira.

Quando autores adquirem suficiente familiaridade tanto com o hábito da escrita quanto com seu próprio estilo, acredito que, ao menos para a maioria, o processo de rascunho torna-se muito rápido e prazeroso. Para cada dia “ruim” que tenho, outros cinco maravilhosos se seguem, o que é uma proporção fantástica.

Não obstante, terminado o rascunho, o provável é que eu encontre uma bagunça ilegível onde antes achava haver um texto maravilhoso, o que me levará a um árduo e deprimente processo de revisão. Foi assim com “Brasiliana“, meu livro anterior, e possivelmente será ainda pior neste “Brasil” – pior, afinal, porque um rascunho mais rápido significa um texto menos caprichado.

Oh, não! Quer dizer que “Brasil” pode ir pro ralo?

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Ver sua obra não dar em nada é um risco que todo escritor corre ao iniciar um livro. São os ossos da profissão. É tolo quem desconsidera tal risco e desonesto quem faz pouco caso dele.

Ainda assim, o provável é que tudo termine muito bem e que “Brasil“, após numerosas correções, se torne o meu mais formidável trabalho. Ele tem escopo, ambição e inteligência para ser um dos melhores livros já escritos, então preciso somente “dar ouvidos” ao meu instinto e cuidar para não me desviar destas virtudes.

Brasiliana” é, de novo, um bom exemplo: seu texto foi atroz na primeira revisão e terminou muito bom após a sexta (contudo, ainda há espaço para aprimoramentos, creio).

Deste modo, meu lindo “Brasil” provavelmente será tudo aquilo que eu imaginei: o ápice de minha bibliografia, e o livro perante o qual muitos outros serão medidos. 😉

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Imagem: Renato Fraccari